
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

A Academia de Letras e Artes do Planalto (ALAP) em sua sede localizada na histórica Rua Santíssimo Sacramento em Luziânia viveu um momento histórico neste domingo, dia 12 de abril, com a solenidade de posse do advogado Dr. Divino Luiz Sobrinho. O novo imortal passa a ocupar a Cadeira nº 15, sucedendo o acadêmico Natanael Caetano Fernandes e assumindo a imortalidade sob o patronato do ilustre engenheiro e astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls. A escolha do patrono é carregada de simbolismo, uma vez que Cruls liderou a Comissão Exploradora do Planalto Central no século XIX, sendo peça fundamental na demarcação da área da futura capital da República e tendo passado estrategicamente pela antiga Santa Luzia.
A cerimônia, realizada no ano em que a instituição celebra seu jubileu de ouro, foi marcada por uma atmosfera de profunda emoção e reverência à história regional. Sob a presidência de Eliézer Bispo, o evento reuniu membros da academia, autoridades e convidados para formalizar o ingresso do novo acadêmico.
O discurso de saudação oficial foi proferido pelo acadêmico e vice-presidente Dr. Cairo Eurípedes de Resende, ocupante da Cadeira nº 3, que destacou a trajetória jurídica e o compromisso do empossado com os valores da Casa. Em um clima de confraternização, os acadêmicos presentes expressaram seus cumprimentos, manifestando o desejo de que a atuação de Divino Luiz Sobrinho resulte em frutos valiosos para a preservação do patrimônio cultural e artístico do Planalto Central, missão precípua da ALAP desde sua fundação em 13 de dezembro de 1976.
A sessão solene contou com uma expressiva representação da sociedade civil e autoridades locais, incluindo o ex-prefeito de Luziânia, Juarez Roriz, a vereadora Dra. Claese Rocha, o secretário de Turismo, Dr. Luciano Braz, a presidente da subseção da OAB, Dra. Célia Resende Braz, e o empresário Renato Alvarenga.
A presença de familiares e amigos completou o cenário de prestígio à trajetória do advogado até sua chegada à imortalidade acadêmica. O encerramento da solenidade reforçou o papel da ALAP como guardiã da memória de Luziânia, conectando as raízes históricas do Planalto Central do Brasil à produção contemporânea no marco de seus 50 anos de existência.
Reportagem Arley da Cruz